Tenho uma amiga chamada Mónica. Mas que tem isso a ver com o novo e interessantíssimo novo post? Pois bem, passo a explicar. Tenho uma amiga chamada Mónica que me tem irritado profundamente. E a pergunta que faço é: é legítimo bater nas mulheres?
Posto de lado a introdução bestial, falo sério, pois tenho-me interrogado seriamente sobre o assunto. Desde há séculos vivemos num misto de tabu e prática geral que é o espancamento casual da mulher, mas a coisa, ultimamente em especial, tem sido bastante marginalizada. Mas será que é assim tão mau bater nas mulheres? Será a palmada algo de errado? (e não falo da palmada no sentido positivo do "TRÁS TRÁS QUEM É O TEU PAPA?". Essa é claramente positiva a todos os sentidos). E agora complico que é para os puritanos dos bons costumes (os de bater na mulher regularmente) e para os modernistas(os que dizem o contrário) não me arreliarem com respostas parvas. Não falo da pancadaria gratuita que a mulher desculpa com a queda de escadas quando na verdade tem menos dois membros. Falo de uma bela e fria estalada, ou arrisco, um murro.
Ps. reparem que escrevi novo interessantíssimo novo post de propósito só porque sou cool...
terça-feira, setembro 25, 2007
sábado, julho 28, 2007
Homens ou Animais?
Descobri há dias, que até há relativamente pouco tempo, co-habituavam com os homens, uma outra espécie humanoide (não sei se utilizo os termos correctos). Trata-se de uma outra raça de homens! Não de um tom de pele diferente, não de culturas diferentes, mas de uma outra raça de homens! Como os gorilas são para o chimpanzés. Ora, a minha pergunta é esta: Esses seres, eram homens ou animais?
ps- http://news.nationalgeographic.com/news/2004/10/1027_041027_homo_floresiensis.html
ps- http://news.nationalgeographic.com/news/2004/10/1027_041027_homo_floresiensis.html
quarta-feira, maio 23, 2007
Homossexualidade
Se calhar isto é uma questão um pouco fútil, mas pus-me a pensar nisto hoje e já agora produzo alguma coisa:
Porque é que a homossexualidade entre as mulheres é tido como relativamente aceitável e em alguns casos aconselhada (grandas malucas!) enquanto que entre os homens é tida como absolutamente asquerosa? Terá algum fundamento existêncial, isto é, algo na nossa biologia que o designe, ou será apenas e puramente um preconceito?
Para mim, surge-me quase como que evidente que é preconceito. Não há nada na homossexualidade que faça mais sentido nas mulheres do que nos homens. Vejamos até o caso da Antiga Atenas onde a homossexualidade era o normal e comum entre os homens e algo estranho entre as mulheres.
Porque é que a homossexualidade entre as mulheres é tido como relativamente aceitável e em alguns casos aconselhada (grandas malucas!) enquanto que entre os homens é tida como absolutamente asquerosa? Terá algum fundamento existêncial, isto é, algo na nossa biologia que o designe, ou será apenas e puramente um preconceito?
Para mim, surge-me quase como que evidente que é preconceito. Não há nada na homossexualidade que faça mais sentido nas mulheres do que nos homens. Vejamos até o caso da Antiga Atenas onde a homossexualidade era o normal e comum entre os homens e algo estranho entre as mulheres.
sexta-feira, maio 04, 2007
A um Moribundo
"Não tenhas medo, não! Tranquilamente,
Como adormece a noite pelo Outono,
Fecha os teus olhos, simples, docemente,
Como, à tarde, uma pomba que tem sono...
A cabeça reclina levemente
E os braços deixa-os ir ao abandono,
Como tombam, arfando, ao sol poente,
As asas de uma pomba que tem sono...
O que há depois? Depois?... O azul dos céus?
Um outro mundo? O eterno nada? Deus?
Um abismo? Um castigo? Uma guarida?
Que importa? Que te importa, ó moribundo?
- Seja o que for, será melhor que o mundo!
Tudo será melhor do que esta vida!..."
Florbela Espanca
Como adormece a noite pelo Outono,
Fecha os teus olhos, simples, docemente,
Como, à tarde, uma pomba que tem sono...
A cabeça reclina levemente
E os braços deixa-os ir ao abandono,
Como tombam, arfando, ao sol poente,
As asas de uma pomba que tem sono...
O que há depois? Depois?... O azul dos céus?
Um outro mundo? O eterno nada? Deus?
Um abismo? Um castigo? Uma guarida?
Que importa? Que te importa, ó moribundo?
- Seja o que for, será melhor que o mundo!
Tudo será melhor do que esta vida!..."
Florbela Espanca
terça-feira, maio 01, 2007
A moral de um Líder
Após ter revisto o filme 300 (grande filme! espectacular mesmo!) uma dúvida surgiu-me. Para quem não sabe, retrata a batalha de Termópilas(julgo ser assim a escrita) onde o rei Leónidas I e 300 dos seus Espartanos enfrentaram corajosamente o massivo exército persa. Apesar de derrotados até ao último guerreiro, as perdas persas e o exemplo Espartano conduziram os gregos, numa posterior batalha à vitória sobre Xerxes e a sua eventual expulsão de território grego. Mas enfim, isto só interessa a quem é parvo ou gosta de história. O que me leva a escrever este post é um assunto diferente. Independentemente da veracidade do filme, à uma situação, a páginas tantas, em que restam apenas um punhado de espartanos contra milhares de persas e Xerxes, o Imperador persa, apresenta a Leónidas uma proposta tentadora (isto parece mesmo novela " e aí surge Juliana, prima de Liferjerson, que se afirma filha de Leónidas apesar de ser sua amante...") Bom, a proposta era a seguinte: o Leónidas passava a ser rei não só de Esparta mas também de toda a Grécia, que com a ajuda dos persas seria conquistada; Esparta tornar-se-ia a cidade mais poderosa do sítio e os seus habitantes os mais ricos e mais poderosos, somente em troca da submissão perante Xerxes. Ora, para os que estão interessados, aquilo não pega, porque o Leónidas era um gajo mesmo forte e teimoso e desatou aos berros e morreu, ele e os amigos todos, mas que deu luta deu. Como já disse a sua coragem é de um valor tal que merece de facto ser recordada ao longo dos anos. Mas o que realmente interessa e se separa da situação concreta é: Apesar de todos os seus homens estarem dispostos a dar as suas vidas de livre vontade pelo seu rei, e aliás, serem felizes por isso; apesar de a honra da morte em combate ser o maior desejo de qualquer espartano e apesar de a sua coragem, honra, dignidade serem um motivo de orgulho para todos os gregos e homens em geral; terá sido justa a escolha do rei? Terá um líder o direito de submeter todo o seu povo à dor e tragédia para que os seus valores se comprovem e mantenham? Terá sido justo sacrificar 300 homens em troco de valores e moral, perante uma opção de riqueza e fortuna o resto da vida? E acima de tudo, não poderia Esparta ter-se destacado mais como rica e omnipotente perante todos os gregos do que como a bélica e corajosa que hoje recordamos?
A minha resposta é sim tem todo o direito e aliás dever. Os valores de um povo são o que o definem. Não o seu território, não a sua capital, não a sua comida ou costumes, não a sua bandeira ou hino, mas os valores e tradições por trás de todos o eles. Ceder -los perante a riqueza seria morte na mesma, pois Esparta perder-se-ia na mesma. E Leónidas é rei, e digno de tal nome, exactamente por ser o mais alto defensor desta verdade. Pois mesmo quando outros tremeram e sorriram perante esta proposta, ele manteve-se firme à sua pátria, sacrificando-a para a salvar. É claro, que ao abordar esta questão não falo do caso em particular mas do geral, e como tal, concluo que um líder deve manter-se firme aos valores que a sua pátria defende custe o que custar. E qualquer cidadão se deve felicitar por ter um Líder que o sacrifica pela sua Nação sem pestanejar. Um líder, um rei, um presidente, é acima de tudo, o símbolo da sua nação e como tal, deve agir sempre tendo em conta o que o seu país representa.
Deixo uma pergunta de um cariz diferente só a título de bónus: Sacrificar-me-ia pelos valores do meu país?
A minha resposta é sim tem todo o direito e aliás dever. Os valores de um povo são o que o definem. Não o seu território, não a sua capital, não a sua comida ou costumes, não a sua bandeira ou hino, mas os valores e tradições por trás de todos o eles. Ceder -los perante a riqueza seria morte na mesma, pois Esparta perder-se-ia na mesma. E Leónidas é rei, e digno de tal nome, exactamente por ser o mais alto defensor desta verdade. Pois mesmo quando outros tremeram e sorriram perante esta proposta, ele manteve-se firme à sua pátria, sacrificando-a para a salvar. É claro, que ao abordar esta questão não falo do caso em particular mas do geral, e como tal, concluo que um líder deve manter-se firme aos valores que a sua pátria defende custe o que custar. E qualquer cidadão se deve felicitar por ter um Líder que o sacrifica pela sua Nação sem pestanejar. Um líder, um rei, um presidente, é acima de tudo, o símbolo da sua nação e como tal, deve agir sempre tendo em conta o que o seu país representa.
Deixo uma pergunta de um cariz diferente só a título de bónus: Sacrificar-me-ia pelos valores do meu país?
segunda-feira, abril 30, 2007
O escorpião
Não é que eu seja um grande fan. O homem até é simpático e tal e tem jeitinho para apresentar o programa, mas também parece um pouco um pateta alegre. Bom, não sei, não o conheço, deve ser um querido, um amor, uma adorável pessoa, não interessa para nada. O que interessa é que contou um história muito gira e muito profunda que vou tentar reproduzir aqui.
Então é assim: " Um escorpião chega a um riacho e quer passar para o outro lado. Se calhar é melhor designá-lo por lacrau, nome excepcionalmente escolhido e do português bonito que se fala pouco hoje em dia e que explica muito bem a personalidade do bicho. Bom! o escorpião/lacrau chega ao tal riacho e como não sabia nadar pediu ajuda a um sapo que por lá andava. Espantado, o sapo rapidamente rejeitou o pedido de ajuda, argumentando que seria morto mal houvesse hipótese por ser escorpião/lacrau . "Nãooooo! De modo algum caro amigo" disse o escorpião/lacrau "Como poderia eu matar-te se quero ir para o outro lado? Se te traísse a meio caminho, também morreria eu." e com estas palavras lá convenceu o sapo, que certo da vontade de sobrevivência do escorpião/lacrau permitiu-se ser trepado e lentamente começou a travessia. Contudo, a meio caminho, o escorpião/lacrau sem razão aparente ferra o sapo com o rabo. "Mas, assim, também morrerás!Porque me ferraste?"perguntou o sapo enquanto o veneno se espalhava, ao que o escorpião responde "Sou um escorpião..."
Ps. quando rodeados por fogo, os escorpiões suicidam-se.
Então é assim: " Um escorpião chega a um riacho e quer passar para o outro lado. Se calhar é melhor designá-lo por lacrau, nome excepcionalmente escolhido e do português bonito que se fala pouco hoje em dia e que explica muito bem a personalidade do bicho. Bom! o escorpião/lacrau chega ao tal riacho e como não sabia nadar pediu ajuda a um sapo que por lá andava. Espantado, o sapo rapidamente rejeitou o pedido de ajuda, argumentando que seria morto mal houvesse hipótese por ser escorpião/lacrau . "Nãooooo! De modo algum caro amigo" disse o escorpião/lacrau "Como poderia eu matar-te se quero ir para o outro lado? Se te traísse a meio caminho, também morreria eu." e com estas palavras lá convenceu o sapo, que certo da vontade de sobrevivência do escorpião/lacrau permitiu-se ser trepado e lentamente começou a travessia. Contudo, a meio caminho, o escorpião/lacrau sem razão aparente ferra o sapo com o rabo. "Mas, assim, também morrerás!Porque me ferraste?"perguntou o sapo enquanto o veneno se espalhava, ao que o escorpião responde "Sou um escorpião..."
Ps. quando rodeados por fogo, os escorpiões suicidam-se.
segunda-feira, abril 16, 2007
Problema da Percepção
O maior mistério da Natureza : Como é que os homens do jardim zoológico distinguem os ursos?
Como é que eu reconheço o latido dos meus cães?
Como é que eu reconheço o latido dos meus cães?
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